terça-feira, 22 de setembro de 2009

refeições, roupeiros e congelador

a estratégia tem-se revelado boa, até ao momento.

tenho vencido a inércia e tenho cozinhado, mantido a casota mais organizada, não tenho acumulado tarefas (laborais e/ou outras), nem jornais e não tenho deixado para mais tarde o que posso fazer no momento. o que tem ficado para mais tarde é mesmo aquilo que precisa de mais tempo...

não sei se por isso, ou também por isso, tenho andado mais serena.

bom, é certo que tenho uma tarefa adiada (arrumar os roupeiros) mas para esta vou ter mesmo de estar inspirada!

o objectivo dos próximos tempos é esvaziar o congelador. porque acabo por ter sempre coisas por lá perdidas mais tempo do que o aconselhável. assim, pretendo esvaziar o congelador para depois renovar o conteúdo.

nesta perspectiva vou arrancar para ir fazer o jantar.
hein? o quê?

aaah, querem saber o que é! pois bem: janquizinhos com arroz de tomate, para impregnar a casa de um cheiro que vai pôr o Miu a trepar (ainda mais) pelas paredes.

vida e arte do povo português

( foto by zica blue, apartir do seu iPhone)


ela convidou, eu aceitei. agora só tenho de ir até Sintra.

a generosidade comove-me

hoje, uma pessoa do laboratório faz anos.
num caso habitual de aniversário, compra-se uma prenda, divide-se por quem quer entrar, canta-se os parabéns e come-se bolo.
festeja-se e celebra-se. hoje também vai ser assim, com uma piquenina diferença. a pessoa em questão quis que, ao invés de ter uma prenda para ela, as pessoas dessem o que quisessem e encaminhassem esse dinheiro para o meu afilhado.
obrigado S. pelo contributo mas sobretudo pela atitude.
ah e muitos parabéns!

direcções que importa reter


segunda-feira, 21 de setembro de 2009

banda sonora de hoje


hoje concentrei-me nesta:


(ignorem as imagens do vídeo - que foi o único que encontrei com a interpretação do Yo Yo - fechem os olhos e deixem-se ir)

estou a falecer...

de sono e apetece-me tirar as órbitas oculares e lavá-las debaixo da torneira.
adeus e obrigado.

1 ano de dona

1 ano de sevícias
1 ano de mimos
1 ano de loucura
1 ano de descoberta
1 ano irrepetível e inesquecível!

inspirador: aquele que entusiasma

É o mínimo que se pode dizer sobre este Obama no regresso às aulas.

Apesar de ter visto uma peça jornalística sobre o assunto ainda não tinha lido o texto na íntegra. ( e, acreditem que a peça jornalística fica muito aquém da globalidade do discurso)
A zica enviou-mo e partilho-o aqui para aqueles que, como eu, ainda não leram se possam deliciar.

Todo o discurso é inspirador mas gosto especialmente da parte em que Obama diz aos alunos que não devem deixar que os fracassos os definam mas permitir que lhes ensinem a lição, ou quando os exorta (e não enxota) a, mesmo com dificuldades e/ou com o sentimento de abandono da parte de outros, nunca desistir deles próprios.

É um discurso feito no regresso às aulas, mas não é só para alunos!

let the games begin


Já não me recordo o ano exacto em que fiz a minha primeira e única (até este fim-de-semana) incursão no bowling. No entanto, recordo muito bem de como correu. Duas partidas, cada uma delas com 20 lançamentos, e nem um único pino derrubado. Resumindo, foram 40 lançamentos de bola à calha!
Este fim-de-semana fiz nova incursão. Pouco ou nada entusiasmada com a perspectiva do bowling, contente pela companhia.
Mas, desta vez, tudo foi diferente e embora tenha lançado algumas bolas à calha consegui, efectivamente, jogar. Moral da história: não nos devemos deixar marcar pelas más experiências. Foi mesmo divertido e eu, 8/9 anos depois, consegui fazer dois strikes! Vim entusiasmada com o jogo e, sobretudo, com a minha melhoria repentina. E, como dizia alguém que estava comigo: "viemos para nos divertir e se todos acertassem tudo não tinha piada nenhuma, o engraçado é quando falhamos!". E é mesmo. As minhas bolas eram bolas alentejanas, indecisas. Porquê? Porque iam em câmara lenta (não tenho muita força de braço, mesmo usando as bolas mais leves), às vezes muito direitinhas, e mesmo mesmo no finalzinho "decidiam" mudar de trajectória. Ah! Ah! Diziam que as minhas bolas faziam suspense.
No finalzito da noite umas partidas de matraquilhos para matar saudades. Muito, muito bom!

à segunda-feira esta afirmação é ainda mais verdadeira!

(imagem tirada daqui)


e não, não é publicidade enganosa!

domingo, 20 de setembro de 2009

quem quer uma grade de...

Miu?

inenarrável


encontro-me, neste momento, a ver o tempo de antena
das forças partidárias candidatas às próximas eleições.

speechless. inenarrável. são palavras que me ocorrem e,
parafraseando o RAP: "que raio de brincadeira é esta?"

????
e, a propósito de brincadeiras e coisas indescritíveis,
deixo-vos com algo que me deram ontem, quando estava a tomar café e a ler o jornal.

hein, que belíssima e "deliciosa" maneira de apelar ao voto!
mas, seguindo a mesma lógica,

Deus também vê quem anda a fazer e a distribuir estes papéis, não é?

Gira-Discos vs Mp3 - 65

No Gira-Discos, We all stand together, que fez parte da minha meninice
e que, no outro dia, a zica blue me fez recordar.






No Mp3, Editors com Papillon.



Bom Domingo e boa semana.

gosto vs não gosto

Como é que foi a sua educação literária?
[Riso] Foi muito básica. Muito simples.

A sério?! É difícil acreditar nisso.
Foi simples, foi. Havia a estante do meu pai e havia a estante da minha mãe. Na estante do meu pai, os livros estavam arrumados por género, como estão nas estantes das pessoas normais. Estavam arrumados também por alturas. Ou seja, nas prateleiras de cima estavam os livros mais picantes: o Jorge Amado e coisas assim. Só se chegava lá quando já se tinha crescido o suficiente. Lembro-me de que a minha irmã já ia no Jorge Amado enquanto eu ainda estava cá em baixo no Melville, ou coisa que o valha. E ela dizia-me: "Quando chegar cá acima é que vai ver; aqui é que estão os bons." A estante da minha mãe era mais simples mas para nós mais complicada. Ela não arrumava por géneros, arrumava de uma forma extraordinária que eu nunca mais vi: os livros de que eu gosto e os livros de que eu não gosto. E os livros de que ela gostava eram não mais de cinquenta.

Miguel Sousa Tavares
entrevistado por Carlos Vaz Marques para a revista Ler

sábado, 19 de setembro de 2009

ele chegou há um ano!

para recordar aqui e aqui

"não me torno a confessar"

eu sempre quis fazer o bem toda a vida.
se fiz o mal foi sem querer.
por isso não tenho nada que me voltar a confessar.

by Super Avó (hoje, ao telefone)

deMIUrgo

s. m.
O deus criador (entre os platónicos).

eu cá sinto o mesmo, não se nota?

imagem tirada daqui

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

exercitar...

a felicidade!
mais um dos "mimos para a alma" deliciosos
que me foram deixados pela minha Zica Blue.

boom boom

imagem vs palavra

já houve gente a "dar a dica" que escrevo menos e que sente a falta de "mais texto".


bom, não tenho nenhum argumento nem nenhuma "justificação".
ultimamente têm-me sido mais fácil comunicar com imagens e tenho andado mais "desarredada" das palavras.

é uma fase que se opõe à frase.


mas, depois, não dizem que uma imagem vale mais que 1000 palavras????
:)

os meus pés...

armados em pés de princesa :)

Setembro 08 - Setembro 09


is more than an erect posture and the precision of intertwining legs

(infelizmente já não me recordo de onde tirei esta imagem)
já não tinha planeado deixar-vos deixar aqui mais nada, mas vim só para dizer que acabei hoje o primeiro nível de tango argentino. e não, não sei dançar quase nada mas divirto-me muito. como sou uma "alternadeira" (quero com isto dizer que não tenho um par certo) acabo por interagir com mais gente e tem sido surpreendentemente agradável. e sim é tão difícil como parece.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

dias assim...

(imagem tirada daqui)




sabem aqueles dias em que:



nada parece dar certo?


temos um nó no peito?


tudo nos faz chorar? mesmo que seja só alguém a pedir "com licença" para passar?


nos apetece desaparecer porque nos sentimos as pessoas mais abandonadas e desprotegidas em toda a Via Láctea?





sabem???





pois bem, hoje não foi um dia desses!

é o remédio

gosto de... gente que cheira bem

(foto tirada em Lanzarote, Agosto 2009)

em qualquer situação e a qualquer hora. há gente que parece ter esse condão.
que poderia correr uma maratona e no fim cheirar bem.
e cheira a tangerinas na primavera e a café quente no inverno.
no outono cheira a terra molhada e no verão a maresia.
gente que em dias tristes cheira a bolos no forno e nos dias alegres a limão.

gente que transpira odores adequados à estação e à metereologia.

Setembro 08 - Setembro 09


esmiuçamento

(foto tirada daqui)

quanto a vocês não sei, mas eu tenho passado bons momentos
com os esmiuçamentos que têm sido feitos.
para mim será, quiçá, a única forma de "aguentar" esta
campanha eleitoral que já me tinha fartado antes de ter começado.

exercícios

para treinar o quê????
alguém adivinha?

nunca?


quarta-feira, 16 de setembro de 2009

dúvidas. estou sempre a tê-las.

a de hoje é:

quanto vale a nossa visão?

(a propósito do início das "negociações" para indeminizar os doentes
que ficaram cegos, após uma intervenção cirúrgica
no hospital de Santa Maria)

uma orgia...

de cor.
na sobremesa que me ofereceram



e no jardim de Santa Bárbara ((em Braga).

ambos igualmente deliciosos, à vista.
por isto, e não só, hoje foi um dia colorido.

Quando eu era ainda mais piquenina... não perdia um episódio

(lembrei-me dela a propósito do falecimento do patrick swayze)


Setembro 08 - Setembro 09


seMIUsto

adj.
Poét. Um tanto queimado.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Poemas que vivem na Casota (27)

O meu amor tem lábios de silêncio
E mãos de bailarina
E voa como o vento
E abraça-me onde a solidão termina

O meu amor tem trinta mil cavalos
A galopar no peito
E um sorriso só dela
Que nasce quando a seu lado eu me deito

O meu amor ensinou-me a chegar
Sedento de ternura
Sarou as minhas feridas
E pôs-me a salvo para além da loucura.

O meu amor ensinou-me a partir
Nalguma noite triste
Mas antes, ensinou-me
A não esquecer que o meu amor existe.
[Jorge Palma]
(gosto mesmo)

ora cá está uma coisa de que eu me esqueço com bastante frequência


"e se perco essa oportunidade?" LR



quando alguém diz o que nós nunca conseguimos traduzir por palavras

Recomeçar é um dos verbos mais difíceis de conjugar. Recomeçar as aulas, recomeçar as rotinas ou recomeçar a trabalhar custa sempre mas o mais difícil nem é a rentrée. O pior é recomeçar a partir das próprias fraquezas, dos erros no passado e daquilo que em nós se repete e nos faz desanimar por ser mais do mesmo e nos revelar na repetição das nossas misérias.
[Laurinda Alves] in i

Setembro 08 - Setembro 09


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