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terça-feira, 17 de maio de 2011

tal & qual como nos filmes

Lincoln Memorial, Washington D.C., Março 2011

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Boa Páscoa

Thinker on a rock by Barry Flanagan

Washington DC, Março 2011

terça-feira, 15 de março de 2011

35-40

nunca tinha tido uma cama que tivesse um aparelhómetro destes
que permite regular a rigidez da cama.
e assim pode-se dormir numa cama "mais mole" ou "mais rija".
espectacular!
 escusado será dizer que andei um bom bocado a brincar com isto. :)

segunda-feira, 14 de março de 2011

aquilo que em Portugal não existe

e é preciso encomendar
aqui, está ao virar da esquina.

domingo, 13 de março de 2011

gosto de... esquilos

(Washington DC, Março 2011, a caminho do Lincoln Memorial)

sábado, 12 de março de 2011

no jardim do Obama

(Washington DC, Março 2011)

eu acho que lhe falta pendurar um baloiço para ficar perfeita

sexta-feira, 11 de março de 2011

o que eu gosto de ter num quarto de hotel

às vezes é a diferença entre nos sentir-mos mais "em casa" ou não.
tão simples como ter a possibilidade de fazer um chá ou um café à hora que nos apetecer.

quinta-feira, 10 de março de 2011

já tenho adaptadores

que me permitem estar ligada à corrente em qualquer lugar do mundo!
pois... vim para os EUA sem um adaptador de corrente, para ligar o pc, e esta foi a primeira compra: um kit de adaptadores (não vendiam à unidade). que venham as viagens às Caraíbas, a Singapura, à Nova Zelândia... i'm ready!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Dexter aplicado a malas de viagem

Caso ainda não tenham reparado estou por terras do Tio Obama. Um mix de trabalho e prazer trouxe-me de volta a este país. A primeira vez que vim aos EUA foi há 10 anos atrás e, digo-vos, a diferença de contexto faz com que veja este país de um outro jeito mas, sobre isso, falarei num outro post.

Para já, a grande protagonista desta viagem é: a minha mala!
Os que me conhecem já sabem que sempre que viajo sozinha há histórias para contar. Alguns até ficaram em Portugal a esfregar as mãos à espera delas. É que eles sabem que eu não sou de os desiludir! Bom, desta vez ainda não tinha chegado ao aeroporto e já tinha uma história para contar.

Tinha eu acabado de sair do comboio em Campanhã, e isto é mesmo literal, puxo aquela pega ligada aos ferros que esticam e encolhem e que ajudam a puxar a mala e eis que a pega se parte e a mala fica assim (bom assim, assim, não porque a pega partiu-se ainda os ferros estavam para baixo). 
Bonito!, pensei eu e fiquei ali durante uns longos 10 seg a decidir se desatava numa choradeira e gritaria ou se ia armar-me em super-mulher. É que eu ainda tinha de arrastar a mala ao longo da plataforma, passar por baixo das linhas do comboio até ao outro lado e daí arrastá-la até à estação de metro, e depois da estação de metro do aeroporto até ao aeroporto propriamente dito.
Tá belo de ver que, como tenho a mania, decidi pegar-lhe por uma das pegas laterais. Afinal, pensei eu, a mala não é assim tão grande e eu não trouxe assim tanta coisa, ainda que tenha vindo por 12 dias. Pois, mas ao fim de 10 metros já dava para perceber que isto assim à força de braço não ia lá. Tentei arrastá-la, dando uso às rodas, segurando na pega de tecido mas tinha que me baixar e não era cómodo. E assim, com uma mala que pesava 12 quilos aos pés, fiz aquilo que qualquer um faria: saquei de um ou dois lenços de papel e  decidi experimentar puxar o que restava do sistema ferros-pega. Tentei puxar um dos ferros para ver se  conseguia colocá-lo e mantê-lo na posição que teria se a pega ainda existisse e ver se assim conseguia manobrar uma mala, isto tudo ao mesmo tempo que tentava não ficar como o Capitão Gancho com um ferro espetado entre a mão e o cotovelo. E foi assim, com uma mala mutilada , com um único ferro a sair-lhe das entranhas, semi-descontrolada (por que isto de puxar só por um ferro não dá a mesma estabilidade) e eu correndo o risco de ficar com um braço de ferro que a arrastei até ao aeroporto. E podia ter ficado por aqui? Não!
Neste momento a minha mala parece que foi mutilada pelo Dexter. É que os senhores acharam que a minha mala devia ser revistada e por isso rebentaram o cadeado.  Descobriram assim que trouxe pacotes de capuccino e de café solúvel da nescafé, para além  de umas meias deveras coloridas (apesar de ter usado umas sóbrias na viagem - cinzento escuras - que isto de colocar os pés à mostra no aeroporto tem que se lhe diga e eu não queria que me mandassem revistar só porque causa de umas meias às riscas multicolores). Além disso as "pegas" dos fechos éclair estão neste estado, e a chapinha da marca (que eu não ligo nenhuma, mas fazia parte da minha mala) foi com o caraças.
Se eu podia ter comprado outra mala para fazer a próxima viagem que me espera (e que ainda não me levará já de volta para Portugal)? É pá podia, mas por agora o Dexter das malas vai ter de se contentar em acabar de mutilar esta, ou então que vá à procura de uma presa nova noutro lado. Da minha parte tudo o que terá é uma mala moribunda à espera da estocada final. 

E antes que me digam que eu podia ter reclamado alguma coisa tenho-vos a dizer que eu tinha 20h de viagem em cima quando cheguei aqui. Só reparei que me tinham lixado o cadeado quando a abri no hotel numa hora que para mim já eram 5h da manhã, mas aqui era meia-noite, e depois de ter feito uma viagem numa Van-táxi em que o ocupante ao meu lado que vinha para o mesmo evento que eu achou por bem discutir ciência comigo enquanto eu ia balbuciando uns yes e uns f***-** (estes últimos em português). Esqueçam lá isso.

terça-feira, 8 de março de 2011

em Washington sê Washingtonês

 (Washington DC, Março 2011)

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