sexta-feira, 2 de setembro de 2011
segunda-feira, 30 de março de 2009
Da Fantasia
There, beyond the bounds of you weak imagination
Lie the noble towers of my city, bright and gold.
Não compreendo porque algumas pessoas rejeitam a Fantasia. Dizem-me que "não é real". Para mim é uma desculpa esfarrapada para a falta de imaginação, ou pior ainda, para a rejeição da imaginação. Toda a ficção é, afinal de contas, fantasia. O facto de uma história se passar em Lisboa, Paris, Faerie ou Mordor não a torna mais ou menos real. E conseguir projectar a imaginação para mundos impossíveis de criaturas impossíveis é uma aventura que sempre me fascinou.
Um dos meus primeiros contactos com a Fantasia, ainda na infância, foi uma canção. Creio que foi a primeira vez que percebi que a música também contava histórias. Os storytellers da música folk vieram mais tarde. Aqui fica a letra e o clip. Fraquinho, dado a época, sem nada a ver com a história, como muitos clips, mas engraçado mesmo assim.
[Luís R]
Genesis - A Trick of the Tail
Bored of the life on the city of gold
He'd left and let nobody know.
Gone were the towers he had known from a child,
Alone with the dream of a life
He travelled the wide open road,
The blinkered arcade,
In search of another to share in his life.
Nowhere.
Everyone looked so strange to him.
They've got no horns and they've got no tail
They dont even know of our existence.
Am I wrong to believe in a city of gold
That lies in the deep distance, he cried
And wept as they led him away to a cage
Beast that can talk, read the sign.
The creatures they pushed and they prodded his frame
And questioned his story again.
But soon they grew bored of their prey
Beast that can talk? More like a freak or publicity stunt.
OhNo.
They've got no horns and they've got no tail
They dont even know of our existence.
Am I wrong to believe in a city of gold
That lies in the deep distance, he cried
And broke down the door of the cage and marched on out.
He grabbed a creature by the scruff of his neck, pointing out:
There, beyond the bounds of you weak imagination
Lie the noble towers of my city, bright and gold.
Let me take you there, show you a living story
Let me show you others such as me
Why did I ever leave?
They've got no horns and they've got no tail
They dont even know of our existence
Am I wrong to believe in a city of gold
That lies in the deep distance, he cried
And wept.
And so we set out with the beast and his horns
And his crazy description of home.
After many days journey we came to a peak
Where the beast gazed abroad and cried out.
We followed his gaze and we thought that maybe we saw
A spire of gold - no, a trick of the eye thats all,
But the beast was gone and a voice was heard:
They've got no horns and they've got no tail
They dont even know of our existence
Am I wrong to believe in a city of gold
That lies in the deep distance
Hello friend, welcome home.
Post Scriptum 4ª edição desta rúbrica, Sala de Visitas. É tão bom receber criaturas aqui n'O Planeta!
Publicada por Convidado à(s) 09:51 2 comentários
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sexta-feira, 6 de março de 2009
as pessoas felizes e optimistas não deixam coisas inacabadas
A Piquena Criatura que habita este Planeta convidou-me há tempos para escrever aqui neste blog. Aceitei o desafio. Só que, não me tendo sido dado nenhum tema, não me consegui decidir por nada, parecendo-me tudo sem importância.
Mas hoje, decidi que queria escrever sobre coisas inacabadas e sobre pessoas felizes e optimistas...
Para começar não gosto muito de coisas inacabadas. Não só porque, por serem inacabadas, são imperfeitas, mas sobretudo porque tenho alguma tendência em deixar arrastar situações que depois se tornam em coisas inacabadas, e isto não é lá muito coerente. Existem na minha vida relações que não foram terminadas, livros que comecei e não li até ao fim, sonhos que não realizei, projectos que não conclui, coisas que continuam dispersas e sem arrumação.
Os pontos finais (literais ou metafóricos) são úteis para se perceber que não há nada suspenso, que não há palavra por dizer, que não se espera mais nada para além do que ficou dito.
Hoje, ao fim de muitos meses, resolvi uma das coisas inacabadas da minha vida. Disse as últimas palavras, aquelas que havia a dizer, e coloquei no fim um ponto final cheio de sentido. Fica a sensação de uma pequena plenitude (se é que a plenitude pode ser pequena ou grande), sinto que neste aspecto particular posso finalmente seguir em frente e começar tudo de novo, outra vez, sem pedras no sapato.
As pessoas felizes e optimistas não deixam coisas inacabadas. Não se sentem inseguras e não têm medo de mostrar a sua verdade, seja ela qual for. Para elas, qualquer momento relacional é um ponto final, no sentido em que não fica nada por dizer e está tudo ali. Tenho tido a felicidade de me ver rodeada de pessoas felizes e optimistas e com elas tenho aprendido a ser mais feliz e mais optimista, mais segura, e consequentemente mais capaz de mostrar a minha verdade.
Publicada por Convidado à(s) 18:08 1 comentários
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sábado, 10 de janeiro de 2009
Da Globalização*
[Luís R]
Publicada por Convidado à(s) 13:42 1 comentários
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terça-feira, 23 de dezembro de 2008
De como caí de pára-quedas neste Piquenino Planeta
Por vezes gosto de fazer um exercício de memória. Não daqueles de números e figuras para manter os neurónios e afastar o dr Alzheimer, se bem que também precise muito desses, mas algo de diferente.
Publicada por Convidado à(s) 22:07 3 comentários
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Sala de Visitas
Na véspera de Natal estreamos uma nova rubrica, chama-se Sala de Visitas e não tem uma periodicidade "obrigatória".
Publicada por Piquenina à(s) 21:08 1 comentários
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