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segunda-feira, 11 de março de 2013

[sobre... a experiência do amor incondicional]

nasceu no dia dos atentados de Madrid e devia ter percebido logo que ele me ia virar a vida do avesso. mas a perspicácia, às vezes, não é o meu forte. o dia em que me tornei sua madrinha tive de o embalar encaixado no lado esquerdo da anca, para impedir que mordesse o ambão, enquanto eu lia uma leitura. uma vez mais devia ter percebido que ele me ia desafiar. mas já vos falei da minha perspicácia, não é verdade??? a determinada altura a vida dele (e da sua família) mudou, mas a minha já tinha mudado antes (sem que eu tivesse percebido - vide considerações sobre a minha perspicácia mais acima). é que ele com os olhos pestanudos, o sorriso fácil e aquele coração grande de quem ama e se apaixona já tinha roubado o meu, sem que eu desse conta. desde aí para cá isto de partilhar a vida com ele, isto de ser amada por ele, isto de o ver a olhar para mim com um olhar de aceitação plena deixou-me o coração maior mas também mais frágil. não lido bem com essa fragilidade mas reconheço que o saldo é francamente positivo, para o meu lado. espero que também o seja para ele. em novembro passado, por entre tubos e máquinas com um ruído ensurdecedor, sussurrei-lhe ao ouvido. o que eu lhe disse fica entre mim e ele. hoje é o dia em que celebro mais um aniversário do meu cucu. hoje - em especial - a p**a da distância física que nos separa tem um peso (quase insuportável) que torna o coração mais apertadinho. como é que uma criatura nos pode virar a vida assim do avesso? não sei. mas sei que no final é muito BOM!


domingo, 11 de novembro de 2012

gosto...

de quem se desnuda sem, simultaneamente, arranjar outros motivos de distracção. há, nesta entrega, uma verdade, uma força e uma beleza que ultrapassa o (eventual) embaraço de quem deste modo se apresenta. assim foi o concerto do antónio zambujo ontem no theatro circo. 5 músicos, 4 cadeiras, iluminação sóbria, o público ali em frente. a música. a autenticidade que só quem ousa desnudar-se assim será capaz de alcançar. e, de repente, há ali beleza em estado puro a acontecer, há uma pele arrepiada, há um sorriso que nasce espontaneamente, há um fechar de olhos e um sentimento de "é isto". não é um abraço vulcânico. é um encostar de cabeça naquela curva que une o pescoço ao ombro. não é fogoso. é aquele sol quente de final de tarde que aquece sem queimar. não é desenfreado. mas não deixa de ser livre.
e, exactamente por não ser arrasador, é indelével.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

do amor das pequenas coisas

do amor dos pequenos gestos. dos crepes ao pequeno-almoço. das mensagens no frigorífico. do livro que se oferece. das risotas no sofá. das canções que se partilham na viagem (as boas e as muito más). do lanche providenciado na hora. do telefonema que se faz para providenciar uma visita importante. da boleia que se dá (quando nem é para ali que se vai). da mensagem: "vou aí ter contigo". do(s) abraço(s) que não se nega(m). do jantar que se faz a quem chega sem avisar. da lágrima que fica nos olhos quando se diz: "até já" numa despedida. do ultimato/aviso: "vou esperar por ti porque quando chegares vais precisar de um abraço... ou mais. vou esperar-te hoje. nada de táxis estarei lá para vires, te fazer um chá..."
deste que é O amor que recebo e que espero conseguir dar de volta, ainda que às vezes muito atabalhoadamente.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

gosto de... quem gosta de avós

Eu que me comovo por tudo e por nada. Eu que sou fã de avós. Eu que sou uma mariquinhas. Eu que sinto tanta falta do meu avô e que amo de paixão a minha avó.

Não é o que de mais brilhante ele já fez mas, para mim, é o mais bonito. Ver aqui.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

gosto de... rituais

terça-feira, 19 de junho de 2012

Coisas que me emocionam...

programas como o BBC Terra dedicados aos grandes felinos.
update, agora com o vídeo em questão.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

danças ocultas

foi um dos primeiros CD's que comprei, já lá vão 16 anos.
danças ocultas faz parte do meu lado romântico.

sábado, 19 de maio de 2012

lights will guide you home

(o concerto dos Coldplay, ontem no Dragão, fotografia de Catarina Loureito)

Alegria à entrada. Chuva. Muita. Antes de eles tocarem. Nós: Capas Azul & Rosa. Reencontros (surpreendentes) num estádio apinhado. (a minha) Primeira Vez no Dragão (what a f*cking amazing stadium). Confetis. Fogo de Artifício. Pulseiras luminosas que acompanham a música. Uma plateia colorida. Arrepiante. Electrizante. Emocionante. Vibrante. Felizes (muito) à saída. Que concerto!!!!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

sem cair na pieguice

este filme, baseado numa história verídica, conta a história de uma belíssima amizade e do amor que a envolve. não era fácil encontrar o equílibrio, o tom para a contar, sem cair na pieguice total. imagino que isto feito à maneira de Hollywood seria algo para me fazer fugir da sala de cinema. mas não, este filme encontrou esse equilíbrio frágil e ténue e contou uma história comovente, e sobretudo muito humana, com muita dignidade. adorei!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

exagerado (como eu?)

é comum dizerem que sou exagerada. sinceramente, na maioria dos casos, não penso ser. às vezes (muitas) digo as coisas à bruta e isso é confndido com exagero. mas admito que tenha tendência para ser exagerada (nos afectos, na comida, nos vícios). será por isso que os meus fins-de-semana também são assim: exagerados? regra geral ou não há nada para fazer, ou tenho uma agenda que tem de ser cronometrada para fazer tudo o que sou solicitada (ou em que me meto). foi assim o último fim-de-semana. exagerado. mas não só. foi um aquecedor de coração. duas pessoas diferentes. duas situações distintas. sms's com o mesmo sentimento.

"Foste a melhor coisa que me aconteceu este ano!"

"Gosto de ti! :)"

fica mesmo um quentinho cá dentro!

domingo, 29 de abril de 2012

a felicidade é simples de atingir

ontem, este balão fez de mim uma pessoa incrivelmente feliz.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Antes disso não podias existir

Eu perguntava-lhe como é que se mantinha o sangue-frio à frente do homem que queriam depor. E perguntava-lhe o que ele tinha sentido. E ele respondia-me, invarialvelmente, que não era ele que importava, era o país, era o futuro, era eu. Será que ainda não o tinha percebido?
(...) Para mim a história que o meu pai me contou, ano após ano, e outra vez, mais uma vez, já doente, como se me quisesse
dizer que, se eu tivesse compreendido porque o tinha feito, então já teria valido a pena, começava ali. Começaste ali, percebes? Antes disso não podias existir, percebes? 
Tiago Bartolomeu Costa sobre o pai, o furriel miliciano António Manuel Costa que fazia parte da coluna de Salgueiro Maia
in Público, hoje

terça-feira, 24 de abril de 2012

25 de abril

gosto do 25 de abril. gosto dos ideais de abril. emociona-me esta data e não sei justificar tanta emoção uma vez que eu já sou uma filha da liberdade. mas sei que gosto e gosto muito. também por isso, há cinco anos atrás, decidi que me mudaria para esta casota nesta data (a noite de 24 para 25 de abril) e passaria a viver sozinha. 
foi a minha pequena revolução.
gosto desta data e de tudo o que ela representa.
por isso no terraço há sempre cravos vermelhos.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

o que me emociona (24)

vi um documentário que deu, na semana passada, em duas partes, no canal 2, sobre Aung San Suu Kyi.
a história de amor e de vida desta senhora é... nem tenho palavras.
caramba, que fibra, que integridade, que coragem!

faz muita falta ao mundo gente desta. não é preciso que sejam capazes de "salvar e lutar (por) um país", pode ser só para salvar a pessoa que está ao lado.


domingo, 22 de janeiro de 2012

o que me emociona (23)

posts como este, na silva do silvestre.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

o que me emociona (22)

 este cd.
emociona-me e arrepia-me.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

a espera

sábado, 22 de outubro de 2011

para a S.

quando há honestidade intelectual (e não quando se obtem o grau por protocolo ou porque estrategicamente se fizeram parcerias para doutorar gente num ano) um doutoramento é uma prova de fogo. implica muito trabalho, muitas chatices, muito esforço (que no caso de um doutoramento na área experimental é tanto físico como intelectual) e, muitas vezes, os orientadores servem mais para desorientar do que para orientar. se a isso acrescermos o facto de que quando estamos em doutoramento a vida não pessoal não pára e, muitas vezes, ela apresenta-se com muitas épocas menos boas apercebemo-nos que de facto há ali um esforço que muitas vezes é sobrehumano. são horas e horas de experiências, muitas que não correm bem, aparelhos que avariam, artigos lidos, coisas que não funcionam, descoberta de novas estratégias, muitas noites sem dormir a tentar encontrar soluções, meses de trabalho que no fim vão para o lixo porque tudo corre mal e, depois, recomeçar tudo de novo. atalhando na descrição, quando no final se resume todo o trabalho em 20 minutos de slides, eles não dizem tudo o que se penou para chegar ali.
por tudo isso, e não só, porque testemunhei grande parte do trabalho da S. foi emocionante assistir às suas provas públicas. 

emocionante e comovente.
e no final um abraço que diz tudo.
agora está livre para partir para outra aventura!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

um vídeo delicioso

aqui

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

isto é coisa para me arrepiar!



e depois da algazarra o instante de silêncio ao 1m52s. meu deus.

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