quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Piquenina está + perto

de se transformar em Coraline.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

1 pequeno gesto que eu tive...

mesmo muito pequeno, fez com que me oferecessem um postal piquenino a dizer, entre outras coisas, que eu era uma "miúda 5 estrelas".
fica um quentinho no coração.

eu tento estudar italiano...

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

your mission, if you decide to accept it...

é manter a patarada debaixo de olho

gosto... da minha mesinha de cabeceira

a minha mesinha de cabeceira é única. não há outra igual. 
há uma outra muito parecida, mas não igual. 
foram feitas pelo meu avô. 
a minha mesinha de cabeceira é tosca e foi feita de materiais reciclados. 
a minha mesinha de cabeceira é única e,
por isso, também só podia ter uma decoração única e muito própria.
digamos que não é uma decoração comum a alguém da minha faixa etária.
infelizmente o rapaz ostra já não faz parte desta decoração 
porque o sr. Miu lhe partiu as pernas, literalmente. 
(mas isso ficará, eventualmente, para outro post)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

it's always the sun

o primeiro livro do ano

que me dá muitos momentos prazerosos e que se arrisca a ser  
o livro de 2012.
só lamento não poder ficar 3 dias seguidos enfiada em casa
para o ler de enfiada.
obrigada à Carmenzita por este presente. 
lindo. lindo. lindo.

domingo, 15 de janeiro de 2012

uma mão cheia

fez, este fim-de-semana, 5 anos que vim para Braga.
a mim, parece-me que já foi há uma vida.

Poemas que vivem na Casota da Piquenina (32)

(...)
Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
Aquela de saber vasto e profundo,
Aos pés de quem a terra anda curvada!

E quando mais no céu eu vou sonhando,
E quando mais no alto ando voando,
Acordo do meu sonho...

E não sou nada!

[Florbela Espanca]

sábado, 14 de janeiro de 2012

carnage ou apeteciam-me túlipas

de há uma semana para cá que me apeteciam túlipas. acabei por as ter de uma forma inesperada através de carnage. um enorme e belíssimo ramo de túlipas amarelas.
quanto a carnage, há só uma palavra: imperdível!
sem recurso a 3D, o filme passa-se quase exclusivamente numa sala. são 4 actores com interpretações magníficas num texto hilariante e uma realização perfeita. no final uma conclusão: somos todos tão iguais uns aos outros e isso pode revelar-se a qualquer momento.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

freud deve explicar

gosto de ter limões na fruteira.

quando a banheira parece o lago do jardim do campo grande

elvis e, em estreia mundial, meet luigi!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

ele há vidas difíceis

e esta continua a não ser uma delas.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

o tango dos malandros

a primeira vez

que se confecionou e comeu patê de requeijão e coentros aqui na casota foi ontem.
com os coentrinhos cultivados aqui e colhidos na hora.
nham, a repetir!

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

aqui quem manda sou eu!

fui finalmente ver "O Barão", filme 2D de Edgar Pêra, 
com fantástica participação das "Vozes da Rádio" e 
espectacular interpretação de Nuno Melo.
já me tinha esquecido do quanto eu gosto do Edgar Pêra. 
gostei muito, muito bem filmado, excelente para aquilo a que se propõe.
se são dos que têm por hábito sair assim que começa a passar a ficha técnica, não o façam. 
esperem mesmo até ao fim.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

no outro dia acordei

com um polícia a tocar-me à campaínha. definitivamente eu atraio!

o que me emociona (22)

 este cd.
emociona-me e arrepia-me.

domingo, 8 de janeiro de 2012

lazy sunday afternoon

 ligeiramente diferente de um lazy saturday afternoon no outono

sábado, 7 de janeiro de 2012

a dúvida existencial

porque é que os fins-de-semana passam à velocidade da luz???

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

ainda bem que a foto não tem som

aqui, na casota, quando ressonamos, 
gostamos de tomar uma posição que nos coloque 
junto da orelha de alguém.
chama-se: partilhar.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

couldn´t say it better

"Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, 
tem de merecê-lo tem de fazê-lo novo.
Eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. 
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre."
[Carlos Drummond de Andrade]

obrigada

i'm so proud

da minha plantação de coentros.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

é como diz o ditado

ano novo, hortelã nova!
se não diz, devia dizer!

depois de 10 dias fora

ninguém o tira de ao pé de mim (ou melhor, de cima de mim), porque ele está disposto a recuperar o tempo perdido!
e depois ainda oiço gente a dizer que os gatos não conhecem os donos.
baaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

o + belo presente de aniversário foi powered by minipreço

novo design

de bengaleiros

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

131+1

estes foram os presentes de natal que idealizei para o natal de 2011 
e que já estão a ser usados em alguns lares 
(um frasco cheiínho de rifas)

my dark side

domingo, 1 de janeiro de 2012

para 2012

(foto tirada algures em trás-os-montes, dezembro 2011)

uma garrafa de churchill estates, tinto, 2006
uma viagem a itália
um regresso a ny
uma ida a um concerto do david bowie ou do peter gabriel
ah! e claro, a paz no mundo!

sábado, 31 de dezembro de 2011

"isto é só o que tens de melhor, ainda não entrei no bom"

e esta era a lista que fizeram para mim e que antecedia a frase que serve de título a este post:
1. um gato preto
2. uma casota quentinha
3. sopas de tomate
4. atitude
5. humor
6. eu!
7. boinas lindas
8. capacidade de manter plantas vivas
9. sobrancelhas lacadas
10. uma avó despachada

:)

“eu sou eu e as minhas circunstâncias” Ortega y Gasset

e raramente as pessoas conhecem as minhas circunstâncias.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

coentros e manjericão update

semeados pelas minhas mãozinhas

sobre o que as pessoas acham que eu não sei

acontecem-me coisas engraçadas ou, pelo menos, eu acho-as engraçadas. uma é que as pessoas rapidamente se sentem à vontade para tecer comentários a meu respeito (ou juízos de valor), outra é que eu fico a saber coisas sem querer (nem procurar - não sou curiosa) e outra ainda é que não são raras as vezes que me fazem confidências mesmo que não sejam pessoas particularmente próximas de mim.

esta conjunctura de factores resulta em situações caricatas, engraçadas e, muitas vezes, mais reveladoras de como as pessoas me avaliam/vêem do que as palavras todas que me dizem.

primeiro acho que as pessoas se sentem à vontade comigo. muitas vezes mais do que à vontade, sentem-se à vontadinha e, decididamente, não me conhecem. porque sou extrovertida e brincalhona acham que me podem dizer tudo ou ter pouco cuidado comigo. porque tenho uma dose de mau feitio, acham que nada me atinge e que há atitudes que são consequência do mau feitio (e não de um conjunto de circunstâncias).

segundo, e porque pode parecer contraditório com a imagem de espalha brasas e de louca, têm confiança em mim, mas muitas vezes elas próprias não me contam coisas banais (julgarão que eu as julgarei como elas a mim?). no entanto - não são raras as vezes - que em momentos chaves me vêem pedir opinião, conselhos, desabafar porque têm a certeza que não contarei a ninguém.

terceiro, e o que eu acho mais engraçado, é que às vezes não me contam elas próprias os acontecimentos mas eu fico a saber casualmente. e, não são raras as vezes, que eu sei mais do que aquilo que elas acham que eu sei e, por isso, é engraçado ver como as pessoas agem, ocultam e quão pouco verdadeiras podem ser.

raramente as confronto com isso, para não dizer nunca, e guardo para mim: aquilo que eu sei e aquilo que elas acham que eu não sei.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

indecisão

o meu sentido de humor nem sempre é entendido pelas pessoas. ainda não decidi se o problema está em mim ou nelas.

em 2011

houve um dia em que virei o mar

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

sobre como ganhar o respeito de um polícia

o meu avô foi caçador.
eu, ia à caça com ele. gostava muito dos rituais que envolviam o ir à caça. levantar cedo, equipar, pegar na arma, na cartucheira, na merenda e caminhar, caminhar muito, saltar as fragas, seguir as pistas, parar para almoçar. sentir o cheiro das giestas queimadas e comer as alheiras assadas nesse fogo. no final do dia voltar, regressar com aquele grupo de homens e entrar no povo com um coelho atado à cinta. nunca gostei da caça às rolas, mas gostava muito da caça ao coelho. o meu avô tinha uma espingarda que queria que fosse minha. nunca tirei a carta de caçadora e, por isso, a arma foi dele até ele morrer. o que ele mais queria era que eu tivesse a espingarda dele. ensinou-me a montá-la e a desmontá-la. a limpá-la e a disparar. 

por estes dias fomos tratar da papelada da espingarda, à polícia. o senhor que nos atendeu, simpático, não deixou de ser paternalista quando viu duas mulheres - eu e a minha mãe, as duas piqueninas por sinal - entrarem com uma espingarda de caça para tratar da papelada. chegada a hora de montar a espingarda, o senhor estava com dificuldade para colocar os canos. tive de lhe dizer que tinha de puxar a culatra atrás. depois, bom, depois veio a hora de desmontar e, aquela espingarda, tem um truque que, se não se conhecer, torna impossível de desmontá-la. quando vi o senhor polícia a tentar fazer força para tirar os canos e a tentar mexê-los de um lado para o outro tive de lhe dizer: "dê-me cá a arma que agora, se não souber, nem com uma serra eléctrica lhe tira os canos". e, como num passe de mágica, desmontei a arma com uma pancadinha leve e suave. 

a partir desse momento, foi como se passasse a pertencer a um clube restricto, do qual o senhor polícia fazia parte. no final um aperto de mão, à homem, e a recomendação: "vá-se inscrever já para tirar a carta de caçadora!".

o que o meu avô se teria rido com esta história! rido e teria dito: "ah pois é, aquilo não sabendo ninguém a desmonta!".

que saudades avô. que saudades!

o maior entusiasta das caminhadas

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

estilo & pose

vejam e aprendam

o + recente presépio na casota

obrigada girls. loved it!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

gato ao sol de laranjeira

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