terça-feira, 21 de junho de 2011

alegre

o manuel.
o que queria continuar Os Lusíadas e deu um tiro na bochecha da boneca da irmã.
o tal que pregava pregos numa tábua e que engoliu os comprimidos do avô. 
o que foi à guerra e o que esteve preso. 
o que conheceu o Cohn-Bendit e o que pediu que lhe deixassem acabar o livro.
o que ouviu o médico dizer-lhe: "Foda-se, não adormeças."

 
é desse manuel que falo. o manuel que devia ser de todos, através dos livros.
não gosto de perder homens de valor para a política (actual) e, por isso, o tal manuel:
o que queria continuar Os Lusíadas e deu um tiro na bochecha da boneca da irmã; o tal que pregava pregos numa tábua e que engoliu os comprimidos do avô; o que foi à guerra e o que esteve preso; o que conheceu o Cohn-Bendit e o que pediu que lhe deixassem acabar o livro; o que ouviu o médico dizer-lhe: "Foda-se, não adormeças.", 
devia ser só nosso.

ver para crer????

segunda-feira, 20 de junho de 2011

World Summit Awards de 2011.

já falei deste projecto aqui
e volto a referi-lo para dizer que recebeu um prémio das Nações Unidas - ler aqui


fantástico!

eles tocam aqui

e vocês acompanham a cantar aí.
combinado?

domingo, 19 de junho de 2011

olhando-me

percebo que me é cada vez mais fácil encarnar personagens de acordo com as situações.

para quando um óscar pela melhor interpretação?

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Outubro 2008 - Junho 2011


quinta-feira, 16 de junho de 2011

o meu estado global traduzido numa função matemática

quando era (ainda +) piquenina

não sonhava com castelos mas com naves espaciais.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

porque há quem escreva palavras sábias

e verdadeiras que faz com que, especialmente hoje, as minhas pareçam ocas e vazias.

my little soul will leave a footprint (will it???)


terça-feira, 14 de junho de 2011

quem é que me dá uma mão?

não havia mãos que chegassem para fazer festas a todos ao mesmo tempo!

eu...

sigo o meu caminho*...
in eu, de philip waechter, GATAfunho

*ou melhor sigo o caminho que vai aparecendo e que acabo por chamar de meu

segunda-feira, 13 de junho de 2011

apaixonei-me - parte II

e por este também - cor de chocolate de leite. 
um macho que é um traquinas e adora morder e roer.
mas o que eles queriam mesmo era festas, sem parar e para todos ao mesmo tempo.
reparem na patita preta no canto superior esquerdo.

apaixonei-me

por esta Shar Pei preta, linda e meiga.
só queria colo e quando lhe pegava fazia um género de ronronar e 
punha o focinho para trás a "pedir" festas debaixo do queixo.
por alguma razão dizem que os Shar Pei são um "cão-gato".

sábado, 11 de junho de 2011

a maior das verdades

e que teriam feito 58 anos de casados esta semana, se o meu avô não nos tivesse morrido.

imagem surrupiada daqui

quinta-feira, 9 de junho de 2011

briefing

- várias tarefas entre mãos
- gato continua com fungo
- eu continuo com uma sensação de exaustão sem  razão aparente

e, já não sei se sonhei ou se aconteceu mesmo, tenho a sensação de ter visto o futuro PM cantar o hino nacional muito direitinho no seu discurso de agradecimento. isso fez-me recordar os tempos da outra senhora, e não gostei.

uma dúvida: alguém me explica a razão pela qual a Manuela Ferreira Leite vai ser condecorada?

quarta-feira, 8 de junho de 2011

este é o meu governo de eleição!

aqui

i can resist anything but temptation*

*Oscar Wilde

e a feira do livro do porto é mesmo ao pé da estação de São Bento.

aí vão 10!

terça-feira, 7 de junho de 2011

under pressure


obrigada à minha comadrinha (porque é minha comadre e madrinha) por este vídeo 
ps gosto muito desta música e em especial desta versão em dueto com o David Bowie

operação limão-alface-sal

quando tenho de ir ao supermercado fazer compras que envolvem somente a aquisição de dois ou três itens e me deparo com crianças que me atrapalham a rápida progressão nos corredores, olho para eles e não consigo ver criaturas que andam a descobrir o mundo, ou os homens e as mulheres de amanhã.

para mim, naquele momento, aquelas criaturas são um alvo a abater e, se possível, de um modo rápido e eficaz (aaaaaaaah e sem salpicar sangue que eu não fui lá para comprar detergente).

segunda-feira, 6 de junho de 2011

amanhã ressuscitarei

porque não percebo porque é que só a festa religiosa do Natal é que é quando um Homem quiser.
a partir de agora a Páscoa também será!

domingo, 5 de junho de 2011

oficialmente

sem pc.
voltarei logo que possível.

sábado, 4 de junho de 2011

já vos disse que amo o palmeirim?

bom fim-de-semana

sexta-feira, 3 de junho de 2011

um clássico

abriu a época de caça.
tal como em anos anteriores. ver aqui, aqui e aqui alguns exemplos.
isto de ter um felino em casa tem destas vicissitudes.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

só me apetece bombar a compota!

quem, como eu, teve a sua adolescência povoada pelo original dos Technotronic não pode deixar de se deliciar com esta versão. digo eu.


faz meuuuuuuuuu diiiiia, faz meu dia, faz meu dia, faz meu dia.


bomba a compota, bomba-a  bem!

este ano o terraço está mesmo a bombar!

e em vez de uma bombaram 3! no mesmo dia! 
fantástico sócias!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

uma das dúvidas existenciais que me assaltaram quando era ainda + piquenina

colocada aos meus pais, um dia, à mesa.

"há o dia do pai e o dia da mãe.
e afinal quando é que é o dia dos filhos?"

cão como nós

"Dois dias depois o cão estava de volta. Veio amuado, não ligava a ninguém.
- O cão está zangado, não fala connosco, comentou um dos meus filhos.
Era verdade. Durante uns dias o cão não falou. Digo bem: não falou. A fala é muito complicada. Está antes da palavra, como a poesia. E aquele cão falava. Falava com os seus vários modos de silêncio, falava com os olhos, falava, até com o rabo, falava com o andar, com as inclinações da cabeça, com o levantar ou baixar as orelhas. Daquela vez calou-se por completo. Não falou com nenhum dos seus sinais. Nem sequer com o seu silêncio.


- Como a mãe, diria depois a minha filha. A mãe quando se zanga também não fala.
- Ou como o pai, acrescentaria mais tarde. O pai fica assim quando está preocupado. Ou como eu, ou como os manos. É de família. Ou berramos muito ou então calamo-nos.
Assim ele estava. Como nós."

in Cão Como Nós [Manuel Alegre]

Mais um livro que não chegou à mesinha de cabeceira e foi devorado no comboio. Só agora, depois de lido ele irá para lá repousar. Uma vez estando lá, de vez em quando, vou abri-lo e reler esta ou aquela passagem. 
Lamento que tantos anos tenham passado até que eu tenha chegado a este livro. É uma beleza, um mimo daqueles que se trazem no bolso embrulhados num bocadinho de papel colorido, como se fosse uma concha apanhada na praia, um seixo rolado, uma missanga colorida que encontrámos quando nos baixámos para apanhar os óculos que nos caíram. Lê-se de um trago e deixa um quentinho no coração.

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